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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

FESTA DOS TABERNÁCULOS 




As festas bíblicas são ordens sagradas do Senhor. Elas não são apenas judaicas; são, antes de mais nada, do Senhor, declaradas como estatuto eterno (Lv. 23:1-44). Essas festas não são um convite para que a Igreja volte à primeira aliança, mas para sustentar a mensagem que elas transmitem. Elas apontam para o fim, para o Cordeiro e falam da parousia, ou seja, a segunda vinda do Messias. Tabernáculo é a preparação, por fé, do caminho do Senhor; é caminhar trabalhando, tirando as pedras, deixando o caminho livre e seguro para que todos possam ver o Rei entrar. Tirar as pedras do caminho é profético para poder estabelecer e anunciar que o Senhor está voltando”. 

Está escrito que as solenidades e festas enumeradas no capítulo 23 e Levítico fazem parte do antigo pacto, ao qual estavam vinculados os “filhos de Israel” (Lv 23.1). As solenidades eram as seguintes: Festa dos Tabernáculos e Dia da Expiação, na estação do cultivo das terras; Festa das Trombetas, no ano novo; Primícias, Pães Asmos e Festa da Páscoa, nas chuvas tardias e colheita de cevadas; Festa do Purim, nas chuvas tardias; Festa de Pentecoste ou das semanas, na estação da vinicultura. A maioria dessas festas sagradas, também chamadas de “santas convocações”, se relacionava com as atividades agrícolas e os acontecimentos históricos da nação hebréia, e foi instituída como parte do concerto do Sinal (Ex 23.14-19). Todos os varões israelitas estavam obrigados a participar das três festas dos peregrinos: Páscoa, Pentecostes e dos Tabernáculos. 

A finalidade da Festa dos Tabernáculos era lembrar ao povo a bondade de Deus para com ele durante seus quarenta anos no deserto, sem habitação permanente. Também chamada Festa da Colheita, porque ela comemorava o término da colheita dos frutos e nozes do verão. 



Não fiquem de fora Primeira festa dos tabernáculos da 
IGREJA BATISTA TEMPLO DE ADORAÇÃO

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